Decisões que movem o hotel.
Revenue, Marketing, Vendas e Reputação vistos como uma operação. Leitura para quem precisa transformar análise em resultado.
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A2A na hotelaria: o agente do hóspede pode falar com o agente do hotel
A2A conecta agentes de IA. O agente do viajante pode consultar o agente do hotel e encaminhar a reserva: o que já foi anunciado, o que segue em preparação e como organizar a operação.
A hotelaria mapeou 109 usos de IA. Qual problema o seu hotel resolve primeiro?
Um novo mapa setorial reúne aplicações de IA em 39 sistemas hoteleiros. Os sinais de distribuição e atendimento avançam, mas a decisão de investimento começa na rotina que o hotel consegue medir.
Seu hotel quer a IA do Google. E o feijão com arroz?
A2A, UCP e reservas por IA já mudam a distribuição. Antes de perseguir a próxima sigla, o hotel precisa medir a jornada, conhecer seu público e conectar Revenue, Marketing e Vendas.
Antes da IA, dados, ambiente e julgamento
Experimentos fora de controle e estudos sobre dados e cognição mostram o que um hotel precisa construir antes de dar autonomia à IA.
A hotelaria cresce menos. De onde vem a próxima receita?
Com ocupação e diária avançando mais devagar, o próximo ganho exige olhar para as datas vazias, o mix de canais e uma venda direta online que converta com rentabilidade.

Quando a reserva entra na conversa.
Muse, WhatsApp e a jornada com agentes de IA. Estudos, evolução dos dados e o que precisa estar pronto do lado do hotel.
IA na hospitalidade: como medir o que muda no trabalho e nos custos
Pesquisa de mercado, evidência científica e experiências operacionais ajudam a avaliar onde a inteligência artificial produz valor e o que ainda precisa ser demonstrado.
Vender é transferência de entusiasmo. Onde entra a IA?
A frase retomada por Léo Simão encontra eco na pesquisa sobre emoções e atendimento. O que isso permite afirmar sobre o futuro do vendedor, da IA e do CRM.
Reputação vem antes da escala.
Fasano levou 101 anos até o primeiro hotel. A Rede Fioreze levou quase 20 para chegar a seis. Os números e as curiosidades por trás de uma lição sobre marca.
CRM não é banco de hóspedes. Dado só vira receita quando muda uma decisão.
Cadastro, contexto, decisão e margem: o que precisa acontecer para o CRM deixar de ser arquivo e entrar na operação.
A reserva agêntica já aconteceu. Seu hotel está pronto?
A SOFIA, da Decolar, atravessou pesquisa, recomendação e reserva. O que é fato, o que ainda é hype e o que muda para o hotel.
RevPAR não chega sozinho à última linha.
Receita por quarto disponível continua sendo bússola. Custo de aquisição, receita total, Reforma Tributária e margem mostram onde a decisão termina.
O Instagram não morreu. Mudou de função.
O acordo de até US$ 17,1 bilhões não encerra a plataforma. Ele revela o que ela se tornou: uma infraestrutura de recomendação e captura de atenção.
O Google dá uma nota pro seu preço que você nunca viu
Todo hotel no Google carrega uma nota de precisão de preço que decide quanto da demanda direta ele recebe. Abaixo de 95% de acurácia, o Google começa a desligar o hotel em silêncio.
Validar antes de construir: a estratégia de UX aplicada à hospitalidade
Estratégia de UX não é desenhar tela. É o processo que vem antes do design e prova que existe mercado. O que Jaime Levy ensina à hospitalidade.
A primeira tela do seu hóspede mudou
Booking não é mais a primeira tela do hóspede de receita média. ChatGPT é. SEO te coloca na próxima página. AEO te coloca ou te apaga da única resposta.
Receita direta vs OTA: a margem que a comissão esconde
A comissão de tabela é a parte visível. Sobre a receita do quarto, a OTA leva cerca de 21% e a venda direta custa 13%. São 8 pontos de margem por reserva que o P&L espalha em quatro relatórios.
A IA e o paradoxo do dínamo
Levou 40 anos para a eletricidade aparecer nas estatísticas de produtividade. A IA vive o mesmo atraso hoje na hospitalidade. A defasagem é a oportunidade de quem redesenha a operação primeiro.
O vocabulário mínimo de tecnologia para um C-level de hospitalidade
Um executivo de hospitalidade não precisa programar. Precisa conversar de igual com times técnicos. Isso começa por dominar uma dúzia de palavras.
Da lista à resposta: como a IA generativa reescreveu a busca
65% das buscas no Google nos EUA já terminam sem clique. Ranquear não basta mais. A pergunta é se a sua marca é citada na resposta.
Hermes: quando a IA deixa de ser chatbot e vira camada operacional
A ferramenta não decide o jogo. O jogo é sobre arquitetura: memória persistente, skills que evoluem sozinhas e continuidade que roda no seu servidor.
FDE x HII: como a IA está redesenhando quem decide e quem executa
A IA agêntica fechou a distância entre quem sabe o que precisa e quem sabe construir. Quando os dois cabem na mesma cabeça, a empresa se reorganiza.